Além dos gols: como Marrony se tornou fundamental no Vasco

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Desde que a bola é redonda e o gol retangular que espera-se gols de um atacante. É o objetivo mais óbvio e natural da posição. No entanto, é cada vez mais cobrado do jogador também uma participação mais efetiva sem a bola. De preferência, sem que se abra mão da eficiência ofensiva. E é aí que Marrony tem se destacado.

Artilheiro do Vasco na temporada com quatro gols marcados, tendo ainda contribuído com uma assistência e um pênalti sofrido – o decisivo, contra o Juazeirense, que manteve a equipe na Copa do Brasil -, o jovem de apenas 20 anos é também o líder de desarmes do time na temporada com 12 roubos de bola, 11 apenas no Estadual. Entre os atacantes do Carioca, é o que mais desarmou, junto com Everaldo, do Fluminense, porém, com um jogo a menos que o tricolor – 6×7.

A participação defensiva de Marrony, que muitas vezes alterna de lado com Pikachu mas que tem no lado direito o seu setor predileto, tem sido fundamental para o bom funcionamento da equipe de Alberto Valentim. Pressionando mais os laterais adversários, o Cruzmaltino tem tido mais facilidade para frear o jogo aéreo adversário, um dos problemas em 2018.

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Apesar de ser o time que mais cede cruzamentos no Carioca, com 151 tentativas, dá ao rival um baixo aproveitamento no fundamento, permitindo completar apenas 19,9% dos levantamentos, a segunda melhor marca ficando atrás apenas do Fluminense, de acordo com números do Footstats. Um dado que ajuda a explicar o fato da equipe ter sofrido apenas quatro gols em oito jogos disputados no ano, somente um de cabeça – de João Carlos, do Volta Redonda.

Alto, rápido, jovem, goleador e participativo também sem a bola, Marrony surge neste início de 2019 não apenas como um destaque do Vasco, mas do futebol brasileiro. Com qualidades individuais, é um jogador que tem contribuído bastante também para o coletivo, se tornando fundamental para o time de Valentim neste início de temporada.

MARRONY EM 2019
-Dados do Footstats

7 jogos
4 gols
1 passe para gol
​9 assistências para finalização
​8 finalizações certas
4 finalizações erradas
3 dribles certos
12 desarmes certos

فيديو | محمد صلاح يصنع وليفربول يسجل هدفين في دقيقتين أمام ساوثهامبتون

عاد فريق ليفربول سريعًا في المباراة الجارية حاليًا ضد فريق ساوثهامبتون، في بطولة الدوري الإنجليزي الممتاز.

ويستضيف ملعب “سانت ماري” مباراة الفريقين في إطار منافسات الجولة الثامنة والثلاثين من البطولة.

ونجح كودي جاكبو في تسجيل الهدف الثالث في شباك فريق ساوثهامبتون، في الدقيقة 72، بعد تمريرة من ترينت ألكسندر أرنولد. هدف جاكبو أمام ساوثهامبتون

وفي الدقيقة 73، مرر النجم المصري محمد صلاح كرة ناحية البرتغالي ديوجو جوتا، الذي استغلها بمهارة وصوب تسديدة صاروخية في شباك أصحاب الأرض. هدف جوتا الرائع أمام ساوثهامبتون.. أسيست محمد صلاح

وتشير النتيجة في الوقت الحالي إلى تعادل الفريقين بأربعة أهداف لمثلها، في مباراة مثيرة للغاية.

We do it the hard way – Prior

Matt Prior is adamant that England are capable of recovering from another poor batting display to still emerge with a series win against New Zealand

Andrew McGlashan in Auckland24-Mar-2013

Matt Prior: “The thing I love about this team is we might do it the hard way, but we fight – and we keep fighting”•Getty Images

Matt Prior is adamant that England are capable of recovering from another poor batting display to still emerge with a series win against New Zealand. There was something for them to cling to in the closing stages of the third day in Auckland as they reduced New Zealand to 8 for 3 after they had not been asked to follow-on, but the home side’s lead still stands at an imposing 274.In a manic 13-over period at the end of England’s innings and start of New Zealand’s second, seven wickets fell for 12 runs. However, the defining passage of the day came much earlier as England slumped to 72 for 5 in the morning session against a swinging ball that they failed to cope with. Of their final total of 204, 101 came in a partnership between Prior and Joe Root, which shows the paucity of what else was on offer.England are now starring at only their second series defeat in New Zealand unless they can chase down a large total – the highest successful chase at Eden Park is 345 – or bat out time to leave the contest at 0-0. Prior, who has had an impressive match with bat and gloves, tried to keep a sense of perspective about the situation.”I know it feels like the world’s over, but it’s not really,” he said. “We’ve got some very good cricketers who can put in match-winning, or match-saving performances. The thing I love about this team is we might do it the hard way, but we fight – and we keep fighting.”We’ve shown that in Dunedin and in Nagpur. These are memories we’ll pull out and use, and know we have the skill and ability to get something out of this game still.”We’re now in a position where we’re going to need a bit of luck and a lot of skill. But if we can get early wickets, who knows? It’s still a good deck. We’re going to have to bat a lot better, obviously, but we can chase these runs.”This was the second poor first innings that England have put together in the series following their 167 in Dunedin. There was not quite the same gifting of wickets this time – although Prior and Stuart Broad both played loose shots – but English batsmen should be able to combat the moving ball.”It’s not like everyone feels like they’re a walking wicket at the moment,” Prior said. “We’ve had a couple of bad days, and it’s certainly something we need to address – and we will do. We’re going to get another chance in the second innings. That in a funny way is a good thing. You get straight back on the horse.”The key for New Zealand was the pressure they built on England’s batsmen – the innings run rate was below two until Prior upped the tempo before the second new ball only to carve to point four deliveries before it was due. Tim Southee and Trent Boult were exemplary, something Prior was keen to acknowledge.”I know Trent ended up with the most wickets, but I thought Tim Southee bowled a couple of very good spells. Hats off to the New Zealand bowlers.”New Zealand’s grip on the contest was challenged when they did not enforce the follow-on, Brendon McCullum following the preferred route these days of not sending a side straight back with a view to giving his bowlers a breather, but they remain one good session away from being almost impregnable.”To get a rest then look to use the next two days was pretty crucial,” Boult said. “We need to push on tomorrow – 30 for 3 wasn’t in the plan but to have a 280-run lead is a pretty good position. There were a couple of signs of a bit of up and down going on, so that’s pretty exciting to see from a bowling point of view.”New Zealand have not won a home Test series against anyone other than Zimbabwe or Bangladesh since beating West Indies in 2005-06. Victory here, on the back of the South Africa tour and the captaincy controversy, could be a defining moment for these players.

Tira de um, leva de outro: TRT-1 faz mudanças em penhoras em ação de Oswaldo contra o Botafogo

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O Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1) fez nesta semana mudanças nas penhoras em ação do técnico Oswaldo de Oliveira contra o Botafogo. Na segunda-feira, a desembargadora Carina Rodrigues Bicalho deferiu parcialmente liminar pedida pelo clube e limitou a penhora a favor do treinador na venda de Matheus Fernandes ao Palmeiras a 20% na primeira parcela – penhora esta oriunda desde o fim de 2018. Já nesta quarta, o juiz Marco Antonio Belchior da Silveira, da 14ª Vara do Trabalho, cumpriu a liminar parcial concedida a favor do Alvinegro, mas acrescentou outra determinação: nova penhora, desta vez da venda de Igor Rabello ao Atlético-MG. A informação foi antecipada pelo tempo real do LANCE! na tarde desta quarta-feira.

Na liminar concedida de forma parcial a favor do Botafogo, a desembargadora afirmou que a situação financeira do Botafogo, com muitas outras obrigações a honrar, evidenciaram a necessidade da medida liminar. “Ante o exposto, defiro parcialmente a liminar postulada para determinar que a d. Autoridade apontada coatora restrinja a penhora a 20% do valor negociado na venda dos direitos econômicos do atleta Mateus Fernandes Siqueira (R$ 6.498.868,15)“, escreveu a magistrada, que completou determinando a obrigação do Botafogo em usar o valor liberado para pagamentos trabalhistas:

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Deverá o impetrante comprovar, nestes autos, a utilização dos valores que sobejarem, exclusivamente, no cumprimento de outras obrigações trabalhistas, seja em sede judicial ou extrajudicial, seja em relação à sua folha de pagamento, sob pena de restar cassada a liminar, mantendo-se a execução inclusive em relação às parcelas do negócio que tem previsão de pagamento em 15/07/2019 e 16/12/2019, segundo informado pelo Palmeiras“, completou a magistrada.

Nesta quarta-feira, o juiz de primeira instância cumpriu a determinação da desembargadora: dos R$ 4.261.200,00 já penhorados da venda de Matheus Fernandes, R$ 1.299.773,63 seguirão bloqueados a favor de Oswaldo de Oliveira, com R$ 2.961.426,37 sendo liberados de forma imediata ao Botafogo para o uso conforme determinado pela desembargadora. Entretanto, na mesma decisão, o magistrado atendeu a novo pedido do Oswaldo de Oliveira e determinou uma nova penhora, de 20% da venda de Igor Rabello ao Atlético-MG – transação feita em R$ 13 milhões e com limite de bloqueio de R$ 2,6 mi.

Ante o exposto, defiro o bloqueio de créditos da Executada BOTAFOGO (a título de direitos econômicos e/ou federativos, relacionados à transação do atleta IGOR RABELLO) junto ao CLUBE ATLÉTICO MINEIRO. Expeça-se OFÍCIO ao CLUBE ATLÉTICO MINEIRO, para que bloqueie e coloque a disposição deste Juízo, no prazo de 5 dias da data aprazada para pagamento dos valores à Executada BOTAFOGO, até o de R$ 2.600.000,00“, disse o magistrado.

Oswaldo de Oliveira e Botafogo podem recorrerem das decisões. Inclusive, embargos de declaração foram opostos na noite desta quarta na ação do mandado de segurança, com uma nova decisão da desembargadora sendo esperada para esta quinta-feira.

Portuguesa e Madureira ficam no empate em jogo movimentado

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Nesta quarta-feira, Portuguesa e Madureira superaram o calor de Bangu e o péssimo gramado do estádio Moça Bonita para fazer um jogo movimentado, apesar do placar em 0 a 0. A Lusa teve mais chances claras no 1º tempo, enquanto o Madura teve maior domínio nos últimos 45 minutos. O empate dá aos dois clubes os primeiros pontos no Grupo B do Campeonato Carioca.

O JOGO

A Portuguesa da Ilha teve duas grandes oportunidades logo nos três primeiros minutos de jogo. Maicon Assis cobrou lateral direto para a área e Tiago Amaral cabeceou para a defesa do goleiro Jonathan. Em seguida, Cássio cobrou
escanteio direto para o gol, mas o goleiro do tricolor suburbano fez nova defesa. Aos 20, a Lusa chegou novamente em linda jogada de Everton Sena. O jogador passou de dois e finalizou, mas foi acabou bloqueado. A melhor chance do Madura veio aos 32, no escanteio cobrado por Naninho, que o zagueiro Cañete cabeceou na trave.

Com maior domínio do Madureira, a partida seguiu movimentada na segunda metade. Logo aos 2 minutos, Derek, que havia acabou de entrar, fez jogada pela esquerda e cruzou. Claudio Maradona, de dentro da pequena área, finalizou para fora. Aos 36′, o camisa nove arrancou pela direita e, dessa vez, finalizou de fora da área, tirando tinta do gol de Ruan. No fim do jogo, o sol escaldante fez efeito, o ritmo da partida caiu e o jogo se encaminhou para o empate.

COMO FICA

Com o resultado, Portuguesa e Madureira dividem a lanterna do Grupo B, com um ponto cada. Na Próxima rodada, a Lusa encara o Fluminense, domingo, às 17h, no Maracanã. Já a o Madura pega o Volta Redonda no sábado, às 10h, no Raulino de Oliveira.

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São Paulo fortalece comissão técnica e contrata 'pacotão' fora do campo

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O São Paulo concluiu, após o quinto lugar no Brasileirão de 2018, que era preciso reforçar não só o grupo de jogadores, mas também a estrutura de trabalho do CT da Barra Funda. Ao mesmo tempo em que se mexeu para contratar atletas como Hernanes, Pablo e Tiago Volpi, a diretoria foi ao mercado para fortalecer a comissão técnica.

São cinco novos profissionais trabalhando no dia a dia: os preparadores físicos Carlinhos Neves e Wellington Valquer, o auxiliar-técnico Sandro Forner, o coordenador técnico Vagner Mancini e o analista de desempenho Carlos Vargas.

VELHOS CONHECIDOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA

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Carlinhos Neves e Wellington Valquer integraram a comissão técnica na última era vitoriosa do Tricolor, foram campeões mundiais em 2005 e retornaram agora para cuidar do físico do elenco ao lado de Pedro Campos e Henrique Martins, que já estavam no clube.

Carlinhos foi contratado ainda no fim do ano passado por Raí, diretor de futebol, que trabalhou com ele nos tempos de jogador e foi buscá-lo não só para chefiar a preparação física, mas também para ser um dos elos entre elenco, comissão técnica e diretoria, tamanha a confiança depositada nele.

Por indicação de Carlinhos, o Tricolor recontratou Wellington Valquer nesta semana. Ele foi demitido por Juvenal Juvêncio em 2011 em meio a uma reformulação do corpo de funcionários, mas sempre teve seu trabalho elogiado internamente. Na época, ocupava o cargo de analista de desempenho, que não tinha as mesmas atribuições de hoje (scout e observação de mercado) e era mais voltado para preparação física e fisiologia.

Durante a maior parte do ano passado, o principal preparador físico do São Paulo era Fernando Piñatares, integrante da comissão técnica de Diego Aguirre que deixou o clube junto com o uruguaio. Ter um membro da comissão fixa do clube coordenando o setor, caso de Carlinhos Neves, evita transtornos em caso de troca de treinador e facilita o trabalho integrado com profissionais como o coordenador científico Altamiro Bottino, contratado em 2017 com a missão de colher e confrontar informações de todas as áreas do futebol para uso na melhoria de performance dos atletas.

AUXILIAR É INDICAÇÃO DE JARDINE

A diretoria deu a André Jardine a possibilidade de indicar um auxiliar-técnico de sua confiança. O treinador escolheu o ex-zagueiro Sandro Forner. Os dois se aproximaram durante um curso da CBF, no fim ano, e Sandro já tem chamado a atenção por trabalhar mais diretamente com os atletas de defesa.

MANCINI SUBSTITUI RICARDO ROCHA

Vagner Mancini, treinador até o ano passado, foi selecionado por Raí para substituir Ricardo Rocha como coordenador técnico. Inicialmente, o clube decidiu que não seria necessário contratar ninguém para esta função porque Carlinhos Neves poderia ajudar na comunicação entre atletas, membros da comissão e diretoria, mas o cargo acabou ganhando atribuições maiores. Manciniserá responsável pela sistematização de metodologias e processos internos, participará da integração entre profissional e base e supervisionará a análise de desempenho e de mercado.

O departamento de análise de desempenho, por sinal, já recebe atenção especial do Tricolor há algum tempo. Carlos Vargas, que estava no Corinthians, foi contratado em novembro de 2018 para auxiliar Romildo Lopes, Luis Felipe Batista e Raony Thadeu. Os dois últimos, aliás, se revezaram como auxiliares de campo de Jardine na reta final do Brasileirão e foram enviados pelo clube à Inglaterra no fim do ano para intercâmbio e aprimoramento.

تشكيل مانشستر سيتي أمام ريال مدريد في نصف نهائي دوري أبطال أوروبا

أعلن نادي مانشستر سيتي تشكيل الفريق لمواجهة ريال مدريد، بمنافسات نصف نهائي دوري أبطال أوروبا، والمقرر لها مساء اليوم الأربعاء.

ويستقبل مانشستر سيتي نظيره ريال مدريد، على ملعب “الاتحاد” بالدور نصف النهائي لدوري أبطال أوروبا لموسم 2022-2023.

ونجح مانشستر سيتي في اقتناص التعادل بهدف لمثله أمام ريال مدريد، على ملعب “سانتياجو برنابيو” في مباراة الذهاب.

طالع تشكيل ريال مدريد أمام مانشستر سيتي في نصف نهائي دوري أبطال أوروبا تشكيل مانشستر سيتي أمام ريال مدريد

حراسة المرمى: إيدرسون.

خط الدفاع: كايل ووكر، روبن دياز، مانويل أكانجي، جون ستونز.

خط الوسط: رودري، برناردو سيلفا، كيفين دي بروين، إيلكاي جوندوجان.

خط الهجوم: جاك جريليش، إيرلينج هالاند.

البدلاء: أورتيجا، كارسون، فيليبس، لابورت، ألفاريز، فودين، سيرجيو جوميز، محرز، بالمر، لويس.

João Lucas projeta 2019 promissor no Ceará

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De contrato renovado para 2019 com o Ceará, o lateral-esquerdo João Lucas está de bem com a vida no clube. Focado em fazer uma grande temporada com a camisa alvinegra mais uma vez, o jogador, com ótima passagem pelo Figueirense no primeiro semestre, destacou o desejo de ter um ano perfeito no Vozão.

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‘Minha expectativa para a próxima temporada é a melhor possível. Quero fazer um grande ano com a camisa do clube mais uma vez. Estou muito feliz no Ceará e com tudo que tenho vivido aqui. Espero que 2019 seja especial para o Vozão e para mim também. Vou lutar muito para fazer um grande ano’, disse.

Ainda de acordo com o atleta, a diretoria alvinegra tem buscado manter uma base forte e reforçar o elenco para 2019.

‘Nosso grupo tem muita qualidade. Temos um treinador que nos conhece bastante também. Essa união fará a diferença. A diretoria tem buscado reforçar ainda mais o elenco. Vamos fazer um grande ano, sem dúvida’.

خطوة على لقب الدوري.. سلة سيدت الأهلي تحقق الفوز الثاني على الجزيرة

حقق الفريق الأول لكرة السلة سيدات بالنادي الأهلي الفوز على الجزيرة بنتيجة 74-72، في المباراة التي جمعتهما مساء اليوم الجمعة، ضمن ثاني مباريات نهائي بطولة دوري السوبر.

وأقيمت المباراة على صالة الشباب والرياضة بمدينة 6 أكتوبر، وقدم الأهلي عرضًا قويًّا، تحت قيادة طارق خيري المدير الفني، وانتهت الفترة الأولى بنتيجة 22-19، قبل أن تنتهي الفترة الثانية بنتيجة 48-31.

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وواصل الأهلي تقدمه وعروضه المميزة في المباراة لينهي الفترة الثالثة بنتيجة 65-49، ثم حسم الأحمر المباراة وحقق الفوز في الفترة الرابعة بنتيجة 74-72.

وكان فريق سيدات سلة الأهلي قد فاز في المباراة الأولى على الجزيرة بنتيجة 90-56.

Bowlers prosper on helpful Roshanara pitch

On day one at Roshanara, in the Delhi v Maharashtra game, there were 13 wickets, a ball that swung and seamed, and batsmen who were left searching for answers or at least a passable defensive technique

Sharda Ugra in Delhi15-Dec-2012
ScorecardSurrounded by trees, the Roshanara Club Ground is the most soothing of settings•Sharda Ugra/ESPNcricinfo Ltd

Delhi v Maharashtra might not be the most enticing of domestic match-ups. But the Roshanara Club Ground was not about to offer up a dreary day of domestic cricket; on day one there were 13 wickets, a ball that swung and seamed, and batsmen who were left searching for answers or at least a passable defensive technique.Plus, for comic relief, came one run-out from each side that, it can most definitely said, was courtesy brain fades.Delhi would have been pleased at having dismissed Maharashtra for 196 fifteen minutes before tea. At stumps though, they were60 for 3 against an attack that fits more into the dibbly-dobbly category than that of pace demons. This is what the Roshanara does.The Roshanara Club (established in 1922, as they proudly say everywhere) is set in one corner of sprawling Mughal gardens ordered to be built by Roshanara Begum, daughter of emperor Shah Jahan and sister of Aurangzeb. With its ring of trees, it is the most soothing of settings, ideally suited for those somnolent Ranji draws where only first-innings points matter.Roshanara, however, say the history books, was a woman of much intrigue; in cricket, this is where anything can happen. Anything meaning results. It is where Delhi comes for ‘outrights’ and teams know that the margins of defeat depend largely on how much the batsmen can eke out against the relentless onslaught of seam and swing bowlers. Both Delhi and Maharashtra went in with four medium pacers and part-time spin as an afterthought.The best assessment came from 19-year-old top-scorer Ankit Bawne who, slotting in at No. 4 for Maharashtra, batted for more than two and a half hours for his 58. Asked about the approach the middle-order batsmen took here, he said: “Here top order, middle order doesn’t matter. I was batting in the fifth over.”It was the seventh over, actually, but with two wickets falling in three balls, Bawne can be excused for losing track of things. Sumit Narwal had come in first change for Delhi, replacing the wildly wayward Pavan Suyal, and showed the younger men of the Delhi attack how to bowl on this pitch.Delhi’s bowling coach Robin Singh Jr watched with approval as Narwal tightened his noose, picking up three wickets in his opening spell. His advantage in the conditions, Singh Jr said, was his ability to make the most of the grass on the track, maximising seam movement and showing the discipline to not waver in length.His control of proceedings was a notch above that of the three younger men he was bowling alongside. Suyal had opened the bowling but took his time to hit the fullish areas from where questions are asked, conceding 18 in his first three overs. He had some rhythm in his second spell and his first wicket came only almost at the end of the Maharashtra innings when Bawne’s slash went through to the keeper. Vikas Tokas, on debut for Delhi, generated reasonable pace and bounce, but had difficulty with his lenghts. Sangwan ran into no-ball difficulties, bowling Anupam Sanklecha off a no-ball, and ended up with 2 for 54 off 12.The two best balls of the day, however, came from Maharashtra’s Samad Fallah, whose trundled in off a short run-up to bowl ten overs on the go. Unmukt Chand saw one shape into him and when lining up to play his stroke, had it swerve away and cannon into the stumps. One over later, Mohit Sharma shouldered arms to a ball that jagged back in and left him red-faced.With its frequent demands on the batting, what the Roshanara can also do is turn batsmen’s minds to jelly, making him eager to get to the opposite end. Srikanth Mundhe and Shikhar Dhawan ran themselves out when looking as reasonably set as anyone can be. Mundhe had batted for nearly an hour and a half with Bawne, putting up a 64-run seventh-wicket partnership. Then, he hit the ball straight to covers and hared off down the pitch. Bawne couldn’t stop him in time and Narwal at covers fired the ball to the keeper.A few hours later it was Shikhar Dhawan done in by the Maharashtra nagging. Dhawan was in control of his surroundings, hitting two lofted but confident drives over a diving cover. But his ambition to complete a sharp single to mid-off ended with a direct hit from Mundhe to send him packing.At stumps, Narwal surveyed this bowler’s haven and said the Roshanara was made for these all-or-nothing games. The lighest of breeze kept coming through the trees, the grass on the pitch worked for the seamers and the overcast conditions of a Delhi winter gave the bowlers an added blessing. “The ball’s going to move on all four days,” Narwal said. “This is going to be a tight game.” That is, if it lasts four days.

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